Panos de saúde se tornam mais acessíveis e sem carência

Panos de saúde se tornam mais acessíveis e sem carência

Não é novidade que a nova pandemia de coronavírus trouxe diversas mudanças significativas em inúmeros setores, em principal na economia e na saúde. Isto é comprovado pela redução dos benefícios médicos e hospitalares em 254.545 mil PLN. No período de abril a julho deste ano, o que significa queda de 0,5% no setor.

De acordo com o Instituto de Estudos de Saúde Complementar (IESS), essa queda é explicada pelo desemprego e pela queda na renda familiar durante a pandemia. O Diretor Executivo do IESS, José Cechin, lembra que a maioria dos beneficiários veio de empresas que tiveram de despedir pessoal e cancelar o serviço. A precificação de planos de saúde em tempos de incerteza e incerteza financeira é um dos desafios atuais para os brasileiros que optam por “cortar despesas” e cancelar contratos.

Caichin disse que adotar uma estratégia de redução do valor do plano é uma forma de aumentar a adesão, pois o desemprego e a redução da renda familiar impossibilita os beneficiários de manter planos individuais e familiares ou mesmo coletivos. Com foco nesses públicos, algumas operadoras trouxeram mais opções de planos acessíveis ao mercado.

O presidente da Samp, André Madureira, destacou no Espírito Santo que quem busca planos pode perceber necessidades sem entrar em contato com o CNPJ, porque as relações de trabalho também precisam mudar. Por isso, a empresa desenvolveu um novo produto denominado “Meu Samp”, que oferece dois planos.

Um deles é o “Ambulatório Meu Samp”, que oferece atendimento ambulatorial com cobertura na Grande Vitória, possibilitando o acesso a consultas opcionais nas clínicas do Samp e ao serviço de ambulâncias do Vitória Apart Hospital, além de exames nos laboratórios MultiScan.

O plano completo também oferece serviços como internação hospitalar, cirurgia e parto. O Diretor Comercial Sênior da MedS, Sérgio Uliana, afirma também que apesar da conturbação causada pela pandemia, ele enxergou o momento como um reforço da importância de se trabalhar com medicina preventiva, melhorando o atendimento e a satisfação do usuário com o plano.

E o plano de saúde médico-hospitalar? Isso dependerá dos possíveis rumos da covid-19 no Brasil, do comportamento das pessoas e do poder público e privado. A avaliação é de José Cechin, diretor executivo do IESS, que esclareceu que o comportamento do mercado de planos de assistência médico-hospitalar está relacionado ao equilíbrio do trabalho formal no país, pois a maioria dos planos é propriedade coletiva das empresas, ou seja, prestados aos funcionários pelas empresas.

Em julho, 37,7 milhões de beneficiários possuíam planos coletivos de saúde médico-hospitalar, correspondendo a 80,7% do total, dos quais 83,5% eram planos coletivos empresariais e 16,5% eram planos coletivos associados. Por faixa etária, na comparação com abril deste ano e julho de 2019, o único grupo que teve aumento em julho foi o das pessoas com 59 anos ou mais, com 34.463 novos beneficiários, um aumento de 0,5%.

O IESS informou ainda que entre julho de 2019 e julho de 2020, a maior redução no número absoluto de beneficiários do programa médico hospitalar ocorreu no estado de São Paulo (50.289 mil), enquanto o estado de Goiás aumentou em 30.334 mil beneficiários.

De acordo com o IESS, mesmo o único plano odontológico foi afetado pela pandemia. Embora o país tenha mantido uma taxa de crescimento de 2,7%, para 675 mil novos beneficiários nos 12 meses encerrados em julho deste ano, o modelo perdeu 318.697 mil títulos (1,2%) entre abril e julho. A maior queda foi nos planos coletivos (1,3%), que equivalia a 275 mil beneficiários.

Nos planos odontológicos, as modalidades de planos coletivos também são predominantes. No último mês de julho, 20,4 milhões (84%) dos beneficiários desenvolveram planos coletivos, dos quais 89,2% eram planos coletivos empresariais e 10,7% eram planos coletivos associados.

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