Dicas de planos para gestantes

Dicas de planos para gestantes

Não é à toa que existe uma grande procura por planos de saúde da parte de mulheres grávidas. O serviço é extremamente útil e necessário para quem está em uma gestação e precisará ir ao médico diversas vezes neste meio tempo. Além disto, é de enorme importância para quem espera um filho cuida da saúde, tanto sua, quanto do bebê.

A busca do plano ideal para gestantes

Por isto, mulheres gestantes costumam buscar planos de saúde que ofereçam atendimento não só durante o período gestacional, mas também após o nascimento da criança, afinal, um recém-nascido aspira muitos cuidados. Assim, tornar-se cliente de um planos de saúde se torna um grande negócio para quem está esperando um filho. O primeiro cuidado, no entanto, é que sempre tomar esta decisão após muita pesquisa e comparação de benefícios.

Compare os planos para gestantes

Por exemplo, antes de fechar um contrato, contate todas as operadoras da região em que você reside. Compare para saber quais são as melhores, quais as vantagens e desvantagens de cada plano, de cada empresa e, principalmente, analise os orçamentos. Mesmo que você esteja buscando este serviço com pressa, dedique alguns minutos para fazer esta análise, assim você não precisará se preocupar no futuro pois sabe que sua família está protegida pela melhor empresa do mercado.
Listamos 5 itens que uma gestante precisa conferir antes de contratar um plano de saúde

Planos com Cobertura de obstetra

Nem todos os planos de saúde são ideais para mulheres grávidas. Isto ocorre porque somente alguns planos cobrem o atendimento do obstetra, que é essencial para o acompanhamento de qualquer gravidez. Quando se contrata este tipo de plano, normalmente você terá até mesmo as despesas do parto pagas e uma grande economia durante o tempo de gestação.
Além de observar este item, confira o período de carência antes de assinar o plano.

Na maioria dos casos, existe, pelo menos, 10 meses de carência a partir do momento em que o contrato é assinado. Isto significa que você só poderá acessar os serviços contratados após ter passado este tempo. Logo, quanto antes você tiver seu contrato assinado, mais rápido poderá utilizar todos os serviços da operadora.

Seu bebê com cadastro para assistência médica

Quando se contrata um plano de saúde que tem cobertura de obstetrícia, o bebê pode ser incluído no plano sem que seja cobrado qualquer custo adicional. Ela poderá usufruir dos serviços a partir do momento do seu nascimento e somente terá que passar por tempo de carência caso os pais não tenham concluído o período ainda. Se já tiver passado o tempo mínimo, o bebê tem direito a todo o atendimento necessário automaticamente.

No entanto, é preciso ficar atento pois o bebê não é adicionado automaticamente ao plano. Assim que ele nascer, o pai ou a mãe precisam realizar o cadastro dentro de 30 dias. Caso isto não ocorra, a criança não poderá usufruir do plano.

Bebê também pode entrar no plano do pai caso seja outro convênio médico

Quando uma gestante contrata um plano de saúde, ela pode beneficiar o bebê após o seu nascimento, certo? Mas existem outras maneiras de assegurar atendimento médico para a criança. Isto ocorre porque se o pai foi cliente de alguma operadora, ele também pode por o filho como dependente.

Este benefício é bastante válido para a criança, porém não substitui a necessidade da gestante em ter um plano para si, pois cobertura para o pré-natal e os custos de parto faram parte deste serviço exclusivo para ela. Além disso, as mamães também irão precisar de consultas e atendimentos variados após o nascimento do filho, o que faz com que o plano seja bastante necessário.

Parto normal é priorizado

Desde julho de 2015, a Agência Suplementar de Saúde (ANS) possui novas regras sobre os partos cesáreos. A regra consiste que planos de saúde não são mais obrigados a cobrir partos cesáreos quando estes não são necessários. Esta regra busca incentivar as gestantes a optarem pelo parto normal, que é medicamente comprovado que traz maiores benefícios para mãe e o bebê do que a cesariana, pois esta aumenta o risco da morte da mãe durante o parto e do desenvolvimento de problemas respiratórios para o bebê.

Saiba os seus direitos

“No plano hospitalar com obstetrícia ou referência, o cliente tem direito a consultas, exames e tudo que for necessário para o parto no hospital, como obstetra, pediatra, anestesista, auxiliar do cirurgião e toda equipe incluída. A operadora é obrigada a fornecer esse atendimento.” afirma Teófilo Rodrigues, gerente-geral de regulação assistencial da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

Isto quer dizer que o melhor plano de saúde é aquele que consegue realizar todos os procedimentos necessários da gestação.

Qual é o melhor momento para contratar um plano de saúde para gestantes?

A maioria das mulheres só começa a pensar no assunto após descobrirem que estão grávidas. Afinal, é neste momento que as despesas médicas irão se tornar um plano e recorrer a uma operadora de plano de saúde se mostra a melhor solução.
Porém, o tempo de carência pode atrapalhar, já que a mulher só poderá usufruir dos serviços após alguns meses de contrato.
Por isso, o ideal mesmo é contratar um plano de saúde antes mesmo de planejar ter um filho. Se você se casou recentemente e ainda não tem planos de engravidar, talvez seja melhor já pensar no assunto agora para que possa usufruir dos serviços assim que desejar ter um filho.

No entanto, se você já está grávida, não descarte a possibilidade de contratar um plano de saúde. Mesmo que perca alguns benefícios, quando a criança nascer vai precisar de diversos atendimentos de saúde e, até lá, você já vai ter acesso ao seu plano de forma completa.

Plano de saúde é a realmente a melhor opção para as grávidas?

A gravidez, como se sabe, é um momento bastante delicado em que a saúde não pode ser deixada de lado. Aí surgem algumas opções. Uma delas é fazer o Pré-natal pelo SUS, porém, todos sabem que o sistema público de saúde possui seus defeitos e pode não dar a assistência desejada durante a gravidez.

Outra opção é usar alguma poupança para as despesas em locais particulares ou contratar um plano de saúde. Uma poupança pode não ser o suficiente ou pode sair muito mais cara do que um plano de saúde, já que os serviços das operadoras funcionam através de mensalidades não muito altas.

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