Convênio médico tradicional e plano franquia

Convênio médico tradicional e plano franquia

Novas regras de planos de saúde: serviço ainda cabe no bolso

Plano Franquia

A nova resolução que a Agência Nacional de Saúde (ANS) vai publicar até o final do ano irá permitir que as operadoras de planos de saúde cobrem franquia, ou seja, uma taxa adicional como em seguros de carros. A medida tem gerado polêmica entre todas as esferas.

Segundo a ANS, a franquia terá o preço equivalente ao valor do plano contratado, que não pode ultrapassar o dobro da mensalidade. Se esta é de R$ 400, por exemplo, o total da fatura, incluindo o adicional, não pode passará de R$ 800, no mês, chegando a R$ 4,8 mil em um ano.

Muitas operadoras são contra e não querem limites na cobrança. As empresas também são contra oferecer pacote mínimo de serviços gratuitos aos clientes, com exceção para doenças crônicas.
Em meio a isto, os usuários do serviço, ou pessoas que estão em busca de um plano de saúde ficam em dúvida de qual decisão tomar. Apesar de muitos afirmarem que os valores se tornarão insustentáveis, existem alternativas no mercado para todos os bolsos.

CONVÊNIO MÉDICO TRADICIONAL

O consumidor que não abre mão de um plano de saúde irá encontrar um serviço que caiba no seu orçamento. Com uma pesquisada nos valores da Assim Saúde e da Amil, por exemplo, que são operadoras bastante acessíveis, encontrarão o melhor preço.

Na Assim Saúde, por exemplo, os convênios vão de R$ 201,23 (0 a 18 anos), passando por R$379,43, na faixa intermediária de 39 a 43 anos, e R$1.207,02 para quem tem mais de 59 anos de idade.

Na Amil o plano mais barato é o Next Plus RJ, com preços a partir de R$ 88,20 na faixa etária até 18 anos. Esse mesmo plano custa R$175,10 de 39 a 43 anos e R$526,66 acima de 59 anos. Para quem pode gastar um pouco mais, há o plano sem coparticipação por R$254,49 (18 anos); de 39 a 43 anos a mensalidade sai a R$ 505,20; e os mais velhos (acima de 59) pagam R$ 1.519,55.

Empresas discutem convênio tradicional e franquia

Na avaliação do diretor-executivo da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), José Cechin, tanto a franquia quanto a coparticipação vão funcionar como moderadores do uso do plano de saúde, combatendo desperdícios. O que é contestado pela pesquisadora em Saúde do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), Ana Carolina Navarrete, que alerta para possíveis prejuízos com a proposta da ANS.

“A franquia e a coparticipação são fatores para inibir o uso do plano de saúde para os consumidores. Isso propicia uma maior economia para a operadora”, afirmou. “Esses mecanismos não são vantajosos, especialmente para quem precisa de cuidado constante, como idosos ou doentes crônicos”, acrescentou ela. “Aconselhamos que o consumidor preste muita atenção na hora de contratar”, diz.

A nova proposta regulamenta também o sistema de coparticipação, que já é usado por muitos convênios médicos.

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