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Qual a diferença entre plano de saúde individual e empresarial


Confira As Diferenças Entre Os Planos De Saúde Individuais E Coletivos

Qual a diferença entre plano de saúde individual e empresarial?

Regras como carência, reajuste, rescisão do contrato, entre outras, mudam de acordo com tipo de contratação

Pelo fato de garantir um atendimento de qualidade, principalmente em casos de emergência, ter um plano de saúde é algo muito importante para qualquer pessoa. No entanto, em certos casos, surge uma dúvida no que diz respeito aos tipos de contratação do serviço, que pode ser plano individual ou plano empresarial. “É importante saber esta distinção porque algumas regras mudam de acordo com o tipo de contratação”

plano de saúde individual é contratado para uma pessoa ou para a família diretamente com a operadora de plano de saúde ou por intermédio de um agente autorizado. “Já no caso dos planos de saúde para empresas, são dois tipos: os empresariais, que prestam assistência aos funcionários da empresa contratante devido ao vínculo empregatício ou estatutário; e os coletivos por adesão, que são contratados por pessoas jurídicas de caráter profissional, como associações, sindicatos e etc.

Para sanar as principais dúvidas envolvendo os planos de saúde, o especialista listou as diferenças entre os dois tipos de contratação, em relação a aspectos fundamentais, como reajuste, carência, coberturas, rescisão do contrato, entre outros. Confira:

Quem pode contratar

Os planos individuais podem ser contratados por qualquer pessoa física. Já no caso dos planos coletivos, é possível contratar apenas com a intermediação de empresa empregadora, no caso do empresarial, ou de associações, sindicatos e afins, no caso do plano por adesão.

Em todos os tipos, o corretor é o profissional indicado para auxiliar o cliente a encontrar a cobertura adequada para o seu respectivo perfil, seja ele uma pessoa física, uma empresa ou uma pessoa jurídica de caráter profissional. “Isso porque ele já está habituado com as diferenças entre os planos e poderá recomendar os que melhor se adequam a cada perfil, reduzindo o leque de opções para os que realmente são interessantes”

Reajuste

Os planos de saúde individuais possuem reajustes regulados e limitados pela ANS (Agência Nacional da Saúde). No entanto, nos coletivos, não há regulação por parte da Agência. Em tais casos, o valor do reajuste sempre estará relacionado com o índice de utilização do plano pelos usuários. “A realização de consultas e exames desnecessários onera demais o plano para as organizações. É preciso deixar isso bem claro, uma vez que o aumento é algo que impactará a todos e não apenas aqueles que fizeram o uso do plano em demasia.

Carência

Carência é o período entre a assinatura do contrato e a efetiva possibilidade de uso dos serviços pelo segurado. Nesse intervalo, o consumidor paga as mensalidades, mas não tem direito de usufruir de todos os benefícios contratados junto ao plano de saúde.

“Os planos de saúde coletivos com mais de 30 beneficiários não tem carência, enquanto que os beneficiários do plano de saúde individual e de planos de saúde coletivos com menos de 30 beneficiários podem precisar esperar o período de carência exigido pela operadora de saúde, desde que esteja de acordo com os prazos máximos estabelecidos pela ANS”.

Cobertura

Não há diferença em relação aos procedimentos obrigatórios cobertos pelos diferentes tipos de contratação do plano de saúde. “Todos devem seguir o rol mínimo de procedimentos definido pela ANS”.

Rescisão do contrato

Nos planos individuais, a ANS veda a rescisão unilateral pela operadora. Porém, a prática é permitida nos planos coletivos. “Vale destacar que a rescisão unilateral nos planos coletivos é permitida somente para empresas acima de 100 vidas e também em caso de inadimplência ou fraude. Outra limitação imposta é que a rescisão do contrato só pode ocorrer no aniversário do mesmo.

 

Dicas Para Escolher Um Bom Plano Saúde Empresarial


Saiba As Dicas Para Escolher Um Bom Plano Saúde Empresarial

Os planos de saúde empresariais são o segundo benefício que mais atrai bons funcionários, perdendo apenas para os salários. Contratar um bom plano de saúde para empresa melhora a produtividade e o desempenho dos colaboradores.

Planos de saúde empresarial

Ter um bom plano de saúde para empresa como benefício para sua empresa pode atrair bons profissionais, além de retê-los, também é possível mantê-los motivados, valorizando a empresa e até trazendo vantagens para sua própria marca.

Mas antes de contratar um plano de saúde empresarial é preciso analisar alguns fatores para se adequar a realidade que a sua empresa vive. Veja algumas dicas de como encontrar um bom plano empresarial.

Veja as melhores dicas que separamos para você:

Perfil socioeconômicos dos colaboradores

Através de uma pesquisa interna é possível descobrir informações importantes e útil para contratar um plano ideal. Descubra por exemplo a faixa etária ou região da moradia, são dados que ajudam a encontrar um plano que se encaixa no perfil dos colaboradores da empresa.

Processos do benefícios

Você pode escolher por acompanhar a implantação do plano de saúde empresarial diretamente com a seguradora, ou pode optar que isso seja feito por uma corretora, pois toda a responsabilidade e representatividade será exclusivamente dela. Inclusive assumindo os riscos pela empresa.

Comunique os colaboradores

Antes de fechar qualquer tipo de plano de saúde para os seus funcionários, comunique sobre a possibilidade de adesão de forma clara e transparente. Incentive-os para que não façam consultas ou exames desnecessários para não aumentar a sinistralidade e, consequentemente, aumentar o valor pago pelo plano no próximo ano.

Plano de saúde individual ou empresarial?

Plano de saúde Individual ou empresarial? Descubra qual plano de saúde é mais vantajoso para você Para descobrir mais facilmente qual tipo de plano é mais vantajoso para você, o individual/familiar ou coletivo), veja a tabela a seguir: Para descobrir mais facilmente qual tipo de plano é mais vantajoso para você, o individual/familiar ou coletivo), […]

Foi demitido? Veja dicas para manter o plano de saúde


Dicas para manter o plano de saúde em caso de demissão

A taxa de desemprego no Brasil tem subido nos últimos meses e já atinge 10,2% da população, segundo o IBGE. Uma das principais preocupações entre os brasileiros que estão nessa situação e que desfrutavam de benefícios garantidos pela empresa é a manutenção do plano de saúde privado. Mas há remédio, dizem especialistas.

A saída é ter informações suficientes para não ser enrolado pelo antigo empregador e apertar as contas aqui e ali. Em muitos casos, é possível manter o plano de saúde empresarial após o desligamento, desde que o ex-funcionário arque com as despesas que eram descontadas do salário para manter o plano de saúde.

Veja a seguir as orientações de advogadas e educadores financeiros para conservar seu plano de saúde.

1. Se der para ficar no plano empresarial, melhor

Planos de saúde atrelados às empresas são bem mais baratos do que planos individuais, já que as operadoras oferecem preços mais vantajosos para grupos empresariais do que para famílias e clientes particulares. Mesmo depois da demissão, o bolso agradece se o ex-funcionário continuar no convênio da empresa, diz o consultor financeiro Carlos Eduardo Costa.

Ainda que o demitido tenha que pagar por conta própria a parte que antes era arcada pela empresa ou descontada do salário, ao buscar um plano de saúde individual os custos serão consideravelmente maiores.

A advogada Giselle Tapai, especializada em direito da saúde, esclarece que o ex-funcionário só não tem o direito de manter o convênio após o desligamento se a demissão ocorreu por justa causa ou se a empresa era responsável por pagar 100% das mensalidades do plano.

Se o empregado tinha apenas co-participação em situações de consultas, exames e procedimentos, ele também não pode continuar no plano de saúde após a demissão.

Além disso, o direito só é válido por um período que varia entre seis meses e dois anos e para quem ainda não tem um novo emprego.

2. Calcule se será possível para pagar o convênio médico

Os três consultores financeiros ouvidos  foram categóricos: em situações de desemprego, só dá para assumir dívidas para pagar o plano de saúde durante o tratamento de doenças graves ou crônicas. Se o convênio médico é só uma garantia em caso de emergências, o jeito é dar uma apertada no resto do orçamento ou cortar o plano de saúde particular de vez. Mas como evitar o SUS?

Primeiro, é preciso checar a renda que você possui para sobreviver nos próximos seis meses após a demissão, um tempo adequado para o cálculo de segurança, segundo o consultor Carlos Eduardo Costa. As indenizações pagas pelo empregador após a demissão, o seguro-desemprego, os recursos do FGTS e as reservas próprias compõem essa conta.

Depois, a dica é fazer uma lista de todos os gastos e cortar tudo que der. “O grande desafio é tentar enxugar ao máximo o orçamento nessa hora. Menos despesas significa maior tranquilidade financeira para buscar a reinserção no mercado de trabalho”, diz Costa.

Além de enxugar os gastos, é recomendável buscar novas formas de ganhar dinheiro até que se encontre novamente um emprego fixo, como aconselha o consultor financeiro Marcos Melo, professor de finanças do Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais (Ibmec). “Experimente ser freelancer ou vender algum bem”, sugere Melo.

Ao cruzar as informações sobre a renda que você possui e as despesas que você deve ter nos próximos seis meses, dá para enxergar com mais clareza se você terá condições financeiras de manter o plano de saúde.

3. Compare coberturas e preços entre planos diferentes

Há muitas diferenças de preços entre os planos de saúde. Os valores variam inclusive entre planos da mesma operadora, conforme os serviços incluídos. A cobertura pode ser nacional ou local, o quarto do hospital pode ser privativo ou coletivo, os exames podem ou não ser pagos à parte, e por aí vai.

“Se sua família é extremamente saudável, você pode ter um plano que cubra só emergências e hospitalização, sem consultas incluídas”, sugere Costa.

Também é preciso avaliar se a cobertura do antigo plano de saúde da empresa ainda serve para o ex-funcionário e sua família. Se o demitido pretende mudar de cidade para buscar um novo emprego, por exemplo, o plano de saúde precisa atuar na nova região. “Nem sempre o plano de saúde para empresa atende às necessidades do novo estilo de vida”, diz Melo, do Ibmec.

4. Avise a operadora caso você pretenda continuar no plano de saúde empresa

São raras as empresas que informam os funcionários sobre seus direitos após a demissão, por isso é preciso ficar ligado. “Se você está em aviso-prévio, já comece a se informar se você poderá continuar com o plano de saúde”, sugere a advogada Giselle.

Ela explica que o demitido tem até seis meses após o desligamento para avisar a operadora do plano de saúde que quer continuar no convênio médico. “É você que deve entrar com o pedido, não a empresa”, alerta a especialista.

A seguradora entrará em contato com a empresa para confirmar que o ex-funcionário foi demitido sem justa causa, e a empresa vai autorizar o demitido a permanecer no plano de saúde.

Se a organização negar o pedido, a advogada Renata Vilhena Silva, especialista em direito da saúde, sugere que o ex-funcionário recorra à Justiça. “A Justiça costuma ser favorável. Nessa época de desemprego alto, muitas pessoas buscam ajuda do poder judiciário, principalmente quando há doenças graves envolvidas”, diz.

5. Nem sempre ir para o SUS é a pior opção

O consultor financeiro Philip Souza, da Criterion Finanças Pessoais, explica que a escolha de continuar no plano de saúde privado dependerá das prioridades eleitas por cada família. Há quem prefira, por exemplo, cortar a escola particular das crianças para manter o convênio médico particular.

Caso o corte de despesas comece a afetar gastos essenciais para a sobrevivência, porém, não há alternativa, senão cortar o plano. “Ainda dá para recorrer ao SUS para ter saúde, mas para morar ou se alimentar não há a quem recorrer”, diz.

Na opinião de Melo, do Ibmec, nem sempre o SUS é a pior opção, pois seu atendimento varia bastante de uma cidade para a outra e, em algumas situações ele pode até ser melhor do que os planos de saúde privados.